3 de abril de 2010

Sem Pretensões

Venho aqui escrever de alma, imediato, intenso, cheio de vontade. Escrever para um alguém qualquer que talvez seja eu mesmo ou o mendigo ali, sentado na calçada, que não sabe ler, mas sente. Escrevo assim, sem pretensões. Estando vivo ou morto de sentimentos - eu permaneço. Exemplo: agora estou morto - e escrevo. Amanhã talvez eu viva, mas a única certeza é esta: escrevo. Meu presente é a caneta riscando o papel, seja para contar meu passado ou orar pelo meu futuro. O que interessa é meu presente e a continuidade do indo endo ando, insistindo, escrevendo, amando cada letra desenhada. E só paro quando chego no auge da loucura desse ser desconhecido que mora no fundo do meu peito, que traz sempre uma novidade e clama por liberdade: a última palavra. 

* Zilhões de desculpas pela demora para postar e por não estar visitando com frequência os espaços de vocês. Estou numa correria/pressão/processo de loucura/tensão pré vestibular que não tenho tido tempo. Mas recuperarei tudo no decorrer da semana. Adoro vocês, de coração!